Parabens para nós Senhor DONO!!! 20 anos 😍 🥰

 Gratidão Senhor DONO pelo lindo presente de 20 anos .. Em que conta nossa história!!!


Parabéns,  20  vezes Parabéns...


Bem, quando se tem uma casa , todo Top tenta o máximo equilibrar e agir de forma mais igualitária possível, então já que abri a história da minha sub anny{YoY}, não poderia fazer diferente e abrir minha história com minha outra escrava any{YoY},  então hoje, em que fazemos 20 anos, em que fiz minha primeira sessão com minha escrava any{YoY}, também vou contar um pouco da nossa história.


Bem tudo começou em um tempo em que o BDSM em nada se comportava como o BDSM atual, hoje cheio de certos e errado, regras e nome disso e daquilo, gente para apontar o dedo para tudo e todos.


Tempo que o Top fazia livremente seu próprio BDSM, com suas regras e baseado somente no seu desejo e no SSC. Tempo em que as escravas simplesmente tinham o desejo de servir e era tudo que bastava num relacionamento BDSM.


O Ano era 2000, nessa época eu já tinha uns aninhos de BDSM e já era uma figurinha bem conhecida no meio, sim aquele meio de uma centena de praticantes, claro milhares de praticantes sempre orbitam o meio BDSM, mas poucos se interessam em divulgar, participar, colocar o rosto e ajudar. Meu nome já era de um praticante conhecido, exposto por dezenas de Workshop e uma quantidade de fotos de práticas, então o que parece loucura da submissa no relato, não era muita loucura assim, afinal ela sabia um pouco com quem estava se metendo.


Voltando, o ano era 2000, e na época a sala do uol começava a disponibilizar a Sala do Sadomasoquismo, o qual quando podia eu frequentava e postava fotos reais de práticas e workshop, graças  a câmeras digitais que começavam a ser acessível.


Quando um Nick , me chamou para conversar, era uma menina de seus 20 e pouco anos de Joinville SC, conversamos e ela demonstrou insatisfação com os relacionamentos que tivera e principalmente como desejo sexuais era duramente discriminado, que ela sempre fantasiava, com algo forte, uma pegada intensa de um desconhecido, um momento de “abuso” ( bom colocar essa palavra entre aspas, as pessoas hoje são muito sensíveis) por um homem que a domina se e  a possui se.


Bem contrariando todas as regras hoje de segurança mutua, mas como eu disse, outros tempos... Eu simplesmente disse;  Semana que vem estarei em Joinville. Se prepare então.


Na semana seguinte, isso mesmo uma semana depois do nosso primeiro contato por uma sala da internet, eu mandei uma mensagem para ela,, só lembrando que não existia Watts naquela época, estou até achando que foi por email mesmo ,,,,,até aquele momento,  ela ainda não tinha visto meu rosto, meu físico e só sabia de mim o que pouco tinha visto na internet, e na mensagem eu dizia,


Esteja no quarto número tal, do hotel tal, a tal hora.


Ela respondeu; O senhor quer que eu faça mais alguma coisa?


Respondi: Traga uma roupa a mais, provavelmente essa não vai sobreviver ao que vou fazer com vc.....


No dia, local e exato momento ela chegou, eu já tinha deixado a porta levemente aberta, ela bateu de leve e com o quarto escuro eu disse entra e fecha porta.


Ao entrar e fechar a porta, o a escuridão tomou conta do quarto, na escuridão, mesmo com meus olhos mais acostumado com o escuro e encostado na virada da parede, mau via o vulto dela, mas era fácil saber onde ela estava, porque sua respiração estava extremamente acelerada, sinceramente dava pra ouvir o coração acelerado e uma tremedeira pelo seu corpo, acredito que deve acontecer isso com todo mundo quando se entra indefeso na toca de um animal perigoso, principalmente se você não conhece o animal.


Any caminhou bem devagar para dentro do quarto e quando passou por mim, agarrei ela com força, já tampando a boca e puxando ela com força para o chão, interessante que mesmo quando estamos sobre tensão, o pânico nos faz responder com agressividade, não importa que era tudo que ela desejava, a primeira resposta sempre vai ser lutar para sair daquela situação, porque o cérebro normalmente para de raciocinar, então ela tentou fugir,  a qual impedi usando todo meu tamanho e força, e com uma boa faca , fui me livrando do que estava no caminho, até colocar a faca no pescoço dela e Dizer; psiuuuu, essa faca como percebeu está bem afiada,,, bem o resto deixo pra imaginação de cada um ou uma kkkk....


Terminada sessão, agora fomos nos conhecer, descansar, o que depois ainda acabamos tendo em seguida uma pequena sessão de spank e outras coisinhas.


Apesar de any não saber exatamente nada, de nada sobre BDSM, postura ou liturgia, nas horas que ficamos junto ela se mostrou uma submissa naturalmente fantástica. A felicidade de ter encontrado o que faltava era bem evidente em seu sorriso.


Bem esse dia era 14/02/2002, mas ela teve que retornar aos compromissos baunilhas e eu voltei a minha rotina e incrivelmente nunca mais conversamos, até 2019, quando uma outra sub, me disse que tinha uma amiga sub, que disse pra ela a um tempo, ter tido uma sessão comigo e nunca ter esquecido.


Ela conversou com any que nesse momento  estava servindo outro dono, ela então me add e veio conversar comigo e ela falou não estar feliz com o atual dono, e ia finalizar a Ds.


Um mês depois ela retornou e se dizendo livre, e que desejaria muito de me ter como dono, porque sempre me considerou o Dono dela.


Eu nesse tempo de BDSM aprendi a seguinte frase.


Uma sub pode ter vários Dominadores, mas ela só vai ter um Dono.


Claro que pela afinidade que tínhamos aceitei, e ela passou a vir para São Paulo e eu ir pra Joinville, passamos a ter uma maravilhosa e tranquila Ds.


Any gosta do padrão de escrava que nunca conversa com outros Tops e o seu Dono tem acesso a todas as suas contas sociais, assim sempre  preferiu ser mais discreta e reservada. E venhamos e convenhamos,  num meio tão cheio de pessoas mau intencionadas e principalmente Tops com grandes complexos de inferioridade, hoje acredito que é a melhor coisa que uma submissa pode fazer, se quiser ter uma Ds tranquila e prazerosa, é nunca envolver a Ds dela nos seus contatos, pois só ela sabe o que ela realmente vive.


Junto viajamos, tivemos sessões fantásticas, seu masoquismo evoluiu de forma natural e continua, e em uma das vindas de any para São Paulo, tive o prazer de suturar ela e deixa lá suturada por 3 dias, no mesmo fds que fizemos nosso encontro do pessoal do Valhala e ela teve o prazer de conhecer e conversar com Barbara Reine e ouvir muitas e muitas histórias. E a cara engraçada das pessoas, Você esta suturada? Nossa e como vc vai no banheiro ? kkkk


Quase um ano se passou desde o recomeço da nossa história e o a postura sempre exemplar da any me fez ter certeza que era hora da coleira, e fizemos uma sessão nossa, muito intensa e forte e any passou a ser a 5 escrava que tive na minha trajetória BDSM.


Veio o covide e o contato e as viagens se tornaram mais escassas , a distância nos deixou bem mais longe, e problemas baunilhas nos impediu de das várias vezes que eu fui a Joinville, nesses últimos anos, algo ou uma suspeita de alguém, o dela, não permitiu nos ver. Mas nunca deixou de me contar tudo, como o sempre bom dia senhor, boa noite senhor.


Mas agora passado e enfrentado os problemas, podemos nos ver e voltar a ter maravilhosas sessões.


Não é fácil para nenhum dos dois ter uma Ds a grande distância, mas quando a coisa tem que ser, ela é.


Hoje 20 anos depois da nossa primeira sessão, estamos juntos e tenho muito orgulho e sou feliz com a any{YoY} e de ser seu dono. E como vc any sempre me diz..


Nasci fora do tempo certo, não me vejo tendo nada baunilha e  cada vez me vejo menos parecida com as submissas atuais, pois eu só desejo servir meu dono e nada mais.

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